Colaboradores do Hospital Metropolitano participam de simulados de atendimentos em urgência e cirurgias

Os colaboradores do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires continuam recebendo treinamentos intensivamente em todos os equipamentos e protocolos da unidade de saúde. Durante essa semana, simulações realísticas também foram realizadas para preparação da equipe em todas as situações possíveis que podem ocorrer em um hospital de alta complexidade em neurologia e cardiologia.

As simulações tiveram como objetivo verificar os fluxos nas áreas de urgência, hemodinâmica e cirurgia pediátrica, orientando as equipes na prática dos treinamentos que estão sendo recebidos. Para a diretora-geral do Hospital Metropolitano, Roberta Abath, esses treinamentos são essenciais para garantir a qualidade de todo o atendimento aos pacientes. “A capacitação dos colaboradores é essencial para disponibilizar os serviços de alta complexidade que esse hospital tem para oferecer à sociedade com o cuidado que cada paciente precisa”, resumiu.

Uma das simulações foi promovida nessa sexta-feira (20) para os enfermeiros da UTI e bloco cirúrgico, visando demonstrar todos os cuidados de enfermagem para o paciente cardiopediátrico, incluindo o correto transporte pós-operatório para a unidade de terapia intensiva. A atividade encerra a capacitação que o Círculo do Coração promoveu durante toda a semana no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires. O curso foi ministrado por uma equipe multidisciplinar do Círculo do Coração, coordenada pela enfermeira Carol Paim, especialista em terapia intensiva.

A enfermeira Carol Paim explica a necessidade desse treinamento pela quantidade de procedimentos específicos que devem ser realizados junto ao paciente, inclusive no pós-operatório. “O pós-operatório é bem específico e detalhado para o paciente cardiopediátrico. Uma das principais ações que acontecem no pós-operatório é assim que termina a cirurgia, ao tirar o paciente da sala cirúrgica e levar para a UTI. Esse procedimento é complexo, com muitos detalhes e há vários dispositivos ligados ao paciente que precisam ser mantidos e transportados junto a ele. Por isso não pode haver falhas”, concluiu.

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