SUPERLIGA – Praia Clube aposta no Ginásio Sabiazinho para vencer o Sesc na final da Superliga

Decisão será disputada neste domingo, e time mineiro precisa vencer

O clima de decisão entre Praia e Sesc-RJ – neste domingo será disputado o segundo e decisivo jogo da final da Superliga Feminina de Vôlei, às 9h, no Ginásio Sabiazinho, em Uberlândia –, começou a ser vivido antecipadamente na cidade do Triângulo Mineiro. É que o time carioca chegou na quinta-feira à noite à cidade. Na sexta-feira de manhã, as duas equipes treinaram no local da partida. Como mandante, o Praia foi à quadra primeiro, às 9h, no horário do confronto. Em seguida foi a vez das cariocas.

O interesse pelo jogo é grande, tanto que os 6 mil ingressos estão esgotados desde terça-feira. No primeiro duelo, domingo, no Rio de Janeiro, o Sesc venceu por 3 a 1. Para chegar ao título, o time mineiro precisa ganhar neste domingo, por qualquer placar, e forçar a disputa do golden set, um set extra, que definirá o campeão.
O fato de a partida ser disputada no Sabiazinho exige adaptação até por parte das jogadoras do Praia. Por isso, tão logo se classificou para a decisão, o técnico Paulo Cocco passou a comandar treinos no ginásio. “Pode parecer que não, mas há uma grande diferença entre jogar no nosso ginásio, que é menor, e aqui. É preciso, por exemplo, que as jogadoras encontrem referências, como na hora de sacar. Lá no Praia, a quadra está próxima da arquibancada. Aqui, está longe. Além do mais, a altura dos dois ginásios é bem diferente. Não acredito que uma bola defendida ganhe altura para tocar o teto do Sabiazinho.”
As jogadoras de fato sentem a diferença, explica Walewska. “Treinamos bastante defesa nesses dias e estamos nos adaptando ao Sabiazinho. Espero que possamos levar para o jogo o que estamos fazendo nos treinamentos. É a última partida da temporada, que pode coroar todo um trabalho que vem sendo feito. Fizemos uma grande temporada, nos preparamos para isso e queremos levar esta decisão para o golden set”, afirma.

NOVA HISTÓRIA

No Sesc, o sentimento é de que a história do segundo jogo será bem diferente da do primeiro, por ser na casa do Praia. Essa é a opinião da ponteira mineira Gabi, que começou a carreira no Mackenzie, de Belo Horizonte: “Foi importante termos vencido a primeira partida, mas isso não nos coloca em nenhuma vantagem porque tudo pode acontecer no domingo. Sabemos da dificuldade de enfrentar o Praia, pela qualidade e a experiência da equipe. As meninas vão tentar inverter essa situação jogando em casa e com o apoio da torcida. Vamos precisar jogar bem taticamente e sacar muito bem”.

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