Próxima atualização do Windows 10 vai trazer um recurso precioso de segurança

Os internautas cadastrados para receber as versões beta das próximas atualizações do Windows 10 já estão testando a build 17672. Tal compilação parece trazer uma série de melhorias e recursos inéditos ao sistema operacional; porém, uma novidade em específico está se destacando por prometer aumentar a segurança do software no que diz respeito a infecção do computador por parte de malwares.

Em suma, a build 17672 vai praticamente obrigar que soluções de antivírus estejam certificadas junto à Microsoft para serem executadas. O conceito em si de processos protegidos é antigo — foi inaugurado no Windows 8.1 — e define uma categoria de processos que não podem ser fechados ou modificados por terceiros, impedindo a ação de vírus que atuam injetando códigos nesse setor.

“A infraestrutura de processos protegidos permite que apenas códigos assinados e confiáveis sejam carregados e possui uma defesa embutida contra ataques de injeção de código. Uma vez que o anti-malware optou por proteger seu processo, apenas códigos assinados pelo Windows ou pelo desenvolvedor do software podem ser carregados dentro do processo”, explica a empresa.

A novidade é que, na nova compilação, a companhia vai praticamente obrigar que os antivírus se certifiquem para entrar nesse programa de proteção. Caso contrário, o programa será executado ao lado do Windows Defender e não aparecerá na interface do Windows Security. Com isso, a empresa pretende impulsionar a adoção desse novo padrão na indústria de segurança.

Por enquanto, os usuários podem desativar essa regra (apenas para fins de teste) e desligar o Defender mesmo utilizando um antivírus cujo processo não está protegido. Porém, esse “hack” deve ser eliminado antes do lançamento final da build.

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