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Educação & Cultura

Bullying é um assunto inevitável nas escolas, seja naquelas que estão sofrendo diretamente com o problema ou nas que temem seu aparecimento no relacionamento entre os alunos. Diferentemente de dificuldades pontuais que envolvem desavenças entre crianças ou adolescentes, o bullying é uma questão mais grave, uma forma de violência que precisa ser prevenida e, quando necessário, remediada.

No Laboratório Inteligência de Vida (LIV), constantemente escutamos das escolas parceiras questionamentos sobre esse tema. Foi pensando em responder ao menos uma parte dessas perguntas que atualizamos e ampliamos este texto.

A seguir, você poderá conferir alguns dados sobre o bullying no Brasil e no mundo, e saber como as escolas vêm atuando nesse sentido. Falamos ainda sobre o que levar em consideração ao debater esse tema com professores, estudantes e seus responsáveis; confira!

Definindo o bullying

Segundo o sociólogo brasileiro Orson Camargo, o bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”). Ele se refere a todas as formas de atitudes agressivas, sejam verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que podem ocorrer sem motivação evidente. Essas violências são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, e tem como objetivo intimidar ou agredir outra pessoa sem que ela tenha a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

Seguindo o mesmo raciocínio da definição acima, casos de discussões breves e desentendimentos pontuais não são consideradas bullying. Embora uma intervenção por parte de educadores e responsáveis também seja necessária nesses casos, é importante saber diferenciar os problemas.

Apesar de ser comentado amplamente, o bullying não tem uma origem definida. Segundo Caio Lo Bianco, gerente-executivo e professor de LIV, esse é um problema que sempre existiu. “Desde que existe escola, desde que existem crianças lidando com crianças, existe bullying”, ele afirma. Para o autor Stan Davis, isso acontece porque “a escola é um lugar que jovens convivem com outras pessoas que eles, ordinariamente, não teriam escolhido passar o tempo juntos”. 

Essa informação, apesar de parecer óbvia, nem sempre é levada em conta. Muitas vezes os adultos esperam que as crianças tenham como amigos todos os colegas de escola, sem considerar que eles não escolheram necessariamente conviver com aquele determinado grupo. Em um ambiente assim, as mais diversas relações podem surgir, incluindo a dinâmica do bullying. 

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2015, 46,6% dos entrevistados disseram já ter sofrido algum tipo de bullying.  Em 2012, a porcentagem era de 35,3%. A pesquisa ouviu cerca de 13 milhões de jovens entre 13 e 17 anos de idade de escolas públicas e particulares de todas as regiões do país.

Para Lo Bianco, situações de bullying acontecem principalmente porque estamos em uma sociedade cada vez mais individualizada e competitiva, com pouco estímulo para desenvolver a empatia. O que estimula também a segregação em detrimento da união, produzindo preconceitos e afastamento.

Bullying nas escolas: o que é, quais são as consequências e como lidar

Como as habilidades socioemocionais podem auxiliar na prevenção do bullying

Como todo problema complexo, o bullying não é combatido de um dia para o outro por meio de uma solução pronta. Para reduzir e prevenir seus danos, é preciso agir de forma sistemática, buscando entender o que está por trás de cada caso.

Em palestra durante o evento LIV Talks, a psicóloga Márcia Frederico explicou que as principais “causas” de bullying apontadas nas pesquisas estão relacionadas a questões como peso, inteligência, aparência física e classe social dos alunos. Porém, o problema não ocorre necessariamente por causa das características em si, mas pelo fato de quem pratica o bullying não aceitar as diferenças do outro:

“Considerando que nossa sociedade tem uma relação de rejeitar as diferenças, isso faz sentido. A gente tem medo de ser diferente. O outro incomoda. O bullying diz muito sobre a nossa relação com a fragilidade”.

Por isso, mais do que promover campanhas pontuais contra o bullying, as escolas precisam atentar para como os alunos estão desenvolvendo habilidades socioemocionais que os permitam conviver em grupo, desenvolvendo empatia, respeito ao diferente e capacidade de escutar os outros. 

Nesse sentido, a psicóloga destaca três aspectos essenciais para tratar do problema no ambiente escolar:

  1. Quem pratica, quem sofre e quem assiste

De acordo com Márcia Frederico, o primeiro ponto para pensar sobre o bullying é considerar que não existem apenas dois atores envolvidos na situação, ou seja, alguém que pratica essa violência e sua vítima.

O espectador também é parte do problema, mas normalmente é desconsiderado. “De acordo com uma pesquisa de 2001, 88% dos episódios de bullying acontecem em frente aos espectadores. Porém, eles interferem em apenas 19% dos casos”, afirma.

Para a psicóloga, a pessoa que pratica o bullying enxerga nos espectadores uma oportunidade de ação. “Aqui não estou me referindo apenas a alunos que assistem, pois outra pesquisa feita nos Estados Unidos revelou que 71% dos estudantes afirmaram que professores e adultos em sala de aula também presenciavam, mas ignoravam situações de bullying”, pondera.

  1. Agressor x vítima

O segundo ponto destacado por Márcia é a tendência equivocada de rotular quem pratica o bullying como agressor, dando a entender que existe na criança algo imutável ou até uma natureza má. “Todos nós somos bons e maus. Essa concepção de que existe um agressor ‘por natureza’ não faz o menor sentido dentro da educação, principalmente com crianças. Se rotulamos, colocamos as crianças em lugares fixos e não permitimos que elas mudem de posição ao longo do tempo”, defendeu.

  1. Uma oportunidade de ação

O terceiro ponto importante, explica a psicóloga, é saber que existe uma possibilidade de prevenir o bullying, embora não seja possível extingui-lo. “É impossível acabar com o bullying, mas é possível diminuir e prevenir o problema”. Dar espaço de escuta e fala aos alunos, falar abertamente sobre o tema e trabalhar com os espectadores para mostrar que o bullying é uma covardia são alguns caminhos apontados pela especialista.

No caso dos educadores, é importante também mostrar que se importam com as crianças e os adolescentes, tratando caso a caso sem massificar os padrões de comportamento, pois isso ajuda a romper rótulos, criar senso de comunidade e levar em consideração, seriamente, os seus questionamentos.

Acolhimento necessário em casos de bullying

Segundo relatório da UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), mais de 150 milhões de adolescentes entre 13 e 15 anos de diferentes países já tiveram alguma experiência de violência dentro ou ao redor da escola envolvendo seus pares. De acordo com o estudo, só no Brasil, 14,8% dos estudantes nessa faixa etária já faltaram à aula por não se sentirem seguros no trajeto ou até mesmo dentro do colégio, e outros 7,4% foram vítimas de bullying. Na outra ponta, 19,8% dizem já ter praticado essa violência.

Embora números como esses sejam alarmantes, muitas vezes a promoção de ações focadas na redução da violência e na melhoria do clima escolar são vistas como supérfluas diante de outras demandas urgentes da educação. Contudo, de acordo com o conhecimento científico mais recente sobre aprendizado e desenvolvimento humano, um clima escolar positivo não é um elemento acessório a ser acrescentado depois que as dimensões acadêmicas ou disciplinares forem atendidas. Na verdade, trata-se do principal caminho para um aprendizado efetivo.

Dados compilados e divulgados ano passado pelas pesquisadoras Linda Darling-Hammond e Channa M. Cook-Harveyc, do Learning Policy Institute (EUA), por exemplo, revelam que as crianças aprendem melhor quando se sentem seguras e apoiadas. Do mesmo modo, seu aprendizado é prejudicado quando vivenciam situações de medo ou trauma nesses espaços, principalmente em situações de estresse nas quais deveriam receber apoio.

Por isso, as especialistas afirmaram no estudo que: “É importante que as escolas ofereçam um ambiente positivo de aprendizagem que permita aos estudantes desenvolverem tanto habilidades socioemocionais quanto aprenderem o conteúdo acadêmico”.

O que as escolas têm feito para combater o bullying

Embora seja verdade que o bullying faça parte do contexto escolar há muito mais tempo, também é verdade que o aumento do debate sobre ele tem levado a avanços significativos no combate à violência. “Os conflitos são necessários para qualquer ambiente onde humanos se relacionam, principalmente quando se trata de jovens, mas estamos trabalhando para que esses conflitos existam sem violência”, afirma Joana London, psicóloga e gerente pedagógica do LIV.

Nas escolas onde tem parceria, o LIV, como programa de desenvolvimento socioemocional, se compromete a abordar tanto as questões emocionais quanto as questões sociais presentes na vida dos estudantes. Segundo Joana, o bullying passa por esses dois campos:

“É um comportamento social que está completamente ligado ao emocional. Podemos garantir isso pois, ao nos aprofundarmos nos relatos, é comum identificarmos que não há só um personagem em sofrimento e sim todos envolvidos, inclusive o próprio ambiente”.

Para ajudar a identificar as origens do bullying e reduzir seus impactos negativos, o programa LIV busca levar para o contexto escolar a prática da escuta e do diálogo constantes:

“Desde a educação infantil, quando exploramos as diferentes personalidades dos personagens do material, estamos abordando a importância do respeito às diferenças. Essa lógica acompanha os alunos até o ensino médio, sempre adaptando a complexidade do tema com a idade trabalhada”.

No 6º ano do Ensino Fundamental, por exemplo, a proposta oferece aos alunos um projeto colaborativo com o tema Não tem graça. “Inspirados no filme Extraordinário, os estudantes exploram as diversas situações em que o bullying pode aparecer, o contexto em que aparece, quem são as pessoas que costumam estar envolvidas nessa dinâmica. Ao final, elaboram um projeto para conscientizar a escola da gravidade que está por trás do tema”, explica a gerente pedagógica.

Para contar um pouco mais sobre com essa e outras atividades estão inspirando melhorias no clima escolar, propusemos às escolas parcerias do LIV que gravassem um vídeo sobre ações de combate ao bullying e à violência entre seus estudantes. Recebemos dezenas de mensagens inspiradoras, que mostram como ações estratégicas inseridas no cotidiano das salas de aula podem reduzir esses casos. 

Falar de bullying é importante o ano todo!

No dia 7 de abril de 2016, foi promulgada no Brasil uma lei definindo a data como o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola. Embora efemérides como essa chamem a atenção para a temática, é importante lembrar que seu debate deve ser alvo de atenção o ano todo. 

“O fenômeno bullying se refere a posturas violentas, físicas ou verbais entre os estudantes, sem que exista uma motivação aparente. Elas acontecem de maneira intencional e constante. Esse movimento gera angústia e dor e cria-se uma relação desequilibrada de poder. O bullying não envolve apenas a vítima e o agressor, mas também os sujeitos que presenciam, testemunham e às vezes até influenciam”, explica Joana.

Pesquisa feita pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (ABRAPIA) mostra que para 60,2% dos alunos o bullying ocorre mais frequentemente dentro das salas de aula do que em outros espaços, ou seja, é algo não está sendo cuidado nesse ambiente e possivelmente adultos presenciaram essa experiência.

Segundo a educadora, “considerando o papel fundamental da escola no desenvolvimento do ser humano é necessário compreender a violência nesse ambiente como parte do sintoma de uma crise nas relações sociais que não se restringe a esse espaço”.

Outro dado importante da pesquisa da ABRAPIA é que 41,6% dos que admitiram ser alvos de bullying disseram não ter solicitado ajuda aos colegas, professores ou família, demonstrando assim a falta que faz uma rede de apoio para esses jovens.

Já pesquisas feitas com aqueles que praticaram a agressão apontam que a maioria traz de casa uma realidade de abandono e de relações familiares fragilizadas.  Sobre isso, Joana afirma:

“Além de entender o conceito e as implicações práticas, é extremamente importante abordar as temáticas da diferença, da discriminação e da violência na sua forma mais ampla. Quando ampliamos o entendimento do conceito e abordamos as temáticas que o circundam, damos a oportunidade para os alunos repensarem sobre como afetam e como são afetados por esse processo. Assim podemos fazer um trabalho de transformação”. 

A especialista destaca ainda que, embora sejam muitos os fatores ligados à complexidade desse tema, há duas atitudes importantes a serem tomadas que podem servir para sua prevenção: investir na comunicação e enxergar a escola como um grande ambiente de mudança.

“É através do diálogo, espaços de escuta e respeito que os vínculos são criados. Para funcionar bem, esse diálogo precisa se expandir para todas as relações presentes na escola, independentemente de suas diferenças possíveis”, completa.

Fonte: Liv

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