Connect with us

Judiciário

Escravizados

O texto trata da influência da manipulação da linguagem na história e no direito, mais especificamente sobre a atual polêmica a respeito da palavra “escravo” e da palavra “escravizado”

Há uma distorção da linguagem e toda uma construção intelectual (ou pseudointelectual), sustentando que o emprego da palavra “escravo” seria componente de um nefasto “racismo estrutural” (sic) e teria o objetivo de instaurar uma “categoria fixa” quando, na verdade, os chamados “escravos” foram “escravizados” contra a sua vontade e por período e circunstâncias passageiros.

Vejamos um exemplo dessa espécie de manifestação:

De fato, a identidade que construímos – o escravo – nunca existiu, senão num léxico que olhava para os africanos como passivos e desprovidos de subjetividade. Os movimentos anticoloniais, as lutas dos movimentos sociais negros no pós-abolição resistiram a essa identificação construída por uma história branca, baseada no dispositivo da branquitude. Os africanos que vieram para o Brasil eram pessoas, reis, rainhas, camponeses, homens e mulheres escravizados contra a sua vontade.

Escravo é, portanto, a produção de uma identidade fixa. Escravizado é uma contingência cruel da vida de uma pessoa, logo, histórica. Abordar em sala de aula o modo como nossa linguagem constitui os objetos de que se ocupa é central, também, na luta antirracista. [1]

Não é aceitável a omissão diante dessas manipulações, sob pena de tornarmo-nos cúmplices do falseamento e da semeadura da ignorância histórica, jurídica e social. Como bem destaca Monedero:

El lenguaje sigue contaminado y lo siguen contaminando los ideólogos, los seudo intelectuales, los periodistas; tanto en artículos de diário como en programas televisivos, tanto en suplementos culturales como en  apuntes y textos universitarios. Por tanto, mientras permanezca la enfermidad, el deber de oponerse intelectual y moralmente a la misma también permanece. [2]

O primeiro grande problema com essa postura é que ao invés de procurar a correta descrição histórica dos fatos, com base em fontes primárias e simplesmente naquilo que efetivamente aconteceu, opta-se por uma descrição “histórica” manipulada pela linguagem, ocultando fatos reais e criando fantasias fundadas em posições político – ideológicas. Isso só contribui para a formação de ignorantes e em nada auxilia a devida memória da atrocidade que foi a escravidão no Brasil e no mundo.

Logo de início se vislumbra uma invencionice que é comum, evitando-se a pesquisa e o estudo de bibliografia que realmente narre a escravidão tal como se processou no Brasil, na África e no mundo. É praticamente invariável uma visão terrivelmente provinciana inadequada para a descrição do fenômeno da escravidão.

Alguns ocultam a bibliografia sobre a questão por pura ideologia, outros nem sequer mais sabem de sua existência, estão presos em um buraco escuro de ignorância e não hesitam em puxar jovens para a sua cegueira.

Infelizmente o fenômeno histórico da escravidão atingiu todos os povos, independente da cor e já era uma prática no continente africano quando os europeus ali chegaram para negociar seres humanos. Os árabes e as próprias populações africanas já praticavam há muitos séculos a servidão humana, seja derivada de conflitos tribais, seja em razias de verdadeira caça humana. Portanto, afirmar que a escravidão é algo que atingiu somente a população negra e que foi produto original da civilização ocidental europeia, é uma falsidade ou um erro histórico de proporções épicas, o qual, inobstante, tem sido inculcado nas consciências de nossos jovens por pessoas absolutamente despreparadas intelectual e moralmente para o ensino. Também de mesmas proporções é a falsidade e o erro da afirmação de que as pessoas que foram trazidas, por exemplo, para o Brasil eram somente Reis, Rainhas, camponeses livres etc. Não. Havia pessoas que eram já “escravas” ou, se preferirem, “escravizadas” ou submetidas à “servidão”, ainda que em algum momento tivessem anteriormente ocupado outras posições sociais. Isso devido ao fato de que a escravidão já existia na África há muitos e muitos séculos antes da chegada dos Europeus. É claro que também os Europeus raziaram povos autóctones e realmente tornaram escravos Reis, Rainhas, camponeses etc. Mas, é uma meia-verdade, o que sempre corresponde a uma mentira inteira.

Para maior aclaramento sobre o tema, sugere-se aos interessados a leitura, dentre outras, das obras de Robert C. Davis [3], Tidiane N’Diaye [4] e Jean – Marie Lambert [5].

Importa também esclarecer que não condiz com a verdade a afirmação de que a qualificação de alguém como “escravo” diz respeito a “uma identidade fixa” (sic), quando se sabe que ao longo da História sempre foi possível a libertação por alforria, manumissão, situações em que a condição de “escravo” era temporária etc. Essa espécie de alegação faz com que as pessoas que a recebem, normalmente sob um manto de “autoridade intelectual” de um professor ou orientador, se tornem extremamente limitadas em seu horizonte de conhecimento. E a finalidade da educação deveria ser exatamente o oposto, ou seja, a ampliação dos horizontes de conhecimento das pessoas.

Outro aspecto relevante é que os defensores dessas manipulações linguísticas usam de falácia para sustentar seu ponto, mais especificamente da conhecida “Falácia do Espantalho” [6], criando uma alegação inexistente e impotente e forjando uma vitória argumentativa inevitável. No caso, afirmar que alguém alegaria que os africanos capturados e trazidos ao Brasil para sofrerem a escravidão estariam de alguma forma interessados ou desejariam tal situação. Afirmar que a qualificação de “escravo” traria essa afirmação absurda e indefensável. Pela cabeça de nenhuma pessoa sã poderia passar tal ideia estapafúrdia quanto ao suposto desejo de ser escravo, a não ser que também se esteja referindo a excepcionais casos de patologia mental com relação a indivíduos que pretendam ser submetidos à servidão ou escravidão.

Mesmo quando na antiguidade um autor como Aristóteles menciona a natureza das pessoas, indicando que algumas seriam adequadas à escravidão (e não se tratava de uma questão de cor ou raça naquele contexto), não existe a afirmação de que tais pessoas tivessem a vontade ou desejo de serem escravos. Aristóteles pode ter defendido a escravidão naquele seu contexto histórico – social (e aqui é preciso precaver-se de anacronismos), mas jamais cometeu a insanidade de afirmar uma espécie de anseio por ser escravo. [7] Em suma, o argumento alegado e supostamente derrubado pela manipulação linguística não existe, é um “espantalho” erístico.

Os danos intelectuais e morais ocasionados pela manipulação da linguagem, falseando a História são incomensuráveis, pois atingem o espírito humano e o deformam com potencial de irreversibilidade.

Providencial a passagem de Gurgel, com fulcro nas ideias de Iris Murdoch:

A grande romancista Iris Murdoch está certa: não é nenhum exagero dizer que nos transformamos em criaturas espirituais quando passamos a ser criaturas verbais, porque as diferenças fundamentais, as distinções que realmente importam, só podem ser esclarecidas por meio das palavras. E se as palavras são o espírito, então a qualidade de uma civilização depende da sua habilidade para discernir e revelar a verdade – e discernir e revelar a verdade depende do alcance e da pureza do seu idioma; e também da forma como utilizamos nosso idioma (grifo no original). [8]

A discussão sobre o emprego da palavra “escravo” ou “escravizado” se fosse somente estéril e não altamente destrutiva de saberes, seria um mal menor.

É simplesmente errado histórica e juridicamente afirmar que pessoas foram somente “escravizadas” e não eram efetivamente convertidas em “escravas” em determinadas épocas e lugares. A condição de “escravo” é jurídica e derivada de uma instituição jurídica, a “escravidão”. Uma das debilidades intelectuais criadas pela pretensa eliminação do emprego da palavra “escravo” é a incapacidade das pessoas saberem que é possível ser escravizado sem ser escravo, mas não é viável ser escravo sem ser escravizado. O sistema jurídico que adotava a instituição da “escravidão” e permitia o trabalho escravo atribuía aos indivíduos não a condição de “escravizados”, mas de “escravos”. Esse “status” jurídico geralmente implicava na equiparação dos escravos a coisas ou animais (“res”). Por isso, podiam ser escravizados, explorados, comercializados, castigados etc. Afirmar que os escravos ao longo da História (brasileira e mundial) não existiram e eram escravizados é ocultar ou fingir não saber de todo um arcabouço jurídico e social que abrigava a nefasta instituição da “escravidão” e a condição jurídica de “escravo”. Em suma, é uma alienação inadmissível. E essa alienação pode ensejar uma impressão, com o passar do tempo, de existência supostamente real de uma graduação de gravidade entre ser “escravo” e ser “escravizado”, o que pode contribuir até mesmo, num futuro, para que a condição de “escravizado” seja de alguma forma aceitável, dado o abrandamento que hoje é cultivado com alegadas boas intenções, das quais, conforme o dito popular, “o inferno está cheio”. Num mundo onde já se fala tanto de transumanismo, com o potencial surgimento de uma elite genética, essa espécie de irresponsabilidade linguística e suas consequências no intelecto, na sociedade e na cultura, não pode passar em branco. Quem sabe num futuro horroroso a crença no poder das palavras de mudar a realidade como num “nominalismo mágico”, venha a legitimar o tratamento de alguns humanos menos dotados em comparação com os transumanos, como “escravizados”. Afinal, não seria tão cruel, já que não seriam “escravos”, mas “apenas” (sic) “escravizados”. Parece loucura, não é? Pois é exatamente à insanidade e à debilidade moral e intelectual que a manipulação linguística se dirige.

Na seara jurídica, graduandos que cheguem ao nível universitário com ideias como a criticada neste texto terão muita dificuldade em entender por que há em nosso Código Penal (artigo 149, CP) um crime com “nomen juris” de “Redução a Condição Análoga à de Escravo” e não um crime de “Escravidão” ou “Escravização”. Atualmente ninguém pode ser reduzido a “escravo” porque não existe esse “status” jurídico e nem a instituição da “escravidão”. É, porém, possível que seja tratado “como se fosse” um “escravo”, que seja “escravizado”, hoje sim, apenas escravizado e não escravo. E isso somente ocorre porque a escravidão, com a figura jurídica do “escravo”, foi abolida um dia. Note-se que o jogo de palavras, a manipulação linguística torna não somente a compreensão da evolução jurídica confusa, como também o próprio entendimento da sucessão histórica dos fatos. Tudo fica nebuloso, afetando a capacidade cognitiva das pessoas.

Como explicam Mirabete e Fabbrini:

Refere-se a lei à condição análoga à de escravo por não mais existir a situação jurídica de escravo no país. A escravidão é um estado de direito em virtude do qual o homem perde a própria personalidade, tornando-se simples coisa, e, assim, a condição a que alude a lei é de um estado de fato semelhante àquele. [9]

Analisando a questão sob um prisma interdisciplinar entre o Direito Penal e Direito do Trabalho, Pereira também afirma que a correta denominação para a conduta de exploração do trabalho em condições insalubres e sem a devida contraprestação é de “trabalho em condição análoga à de escravo”, já que desde o advento da Lei Áurea (Lei 3.353, de 13 de maio de 1888), não existe, juridicamente, “trabalho escravo”, mas somente o trabalho desenvolvido numa “condição análoga à de escravo. A figura do “escravo” foi extinta do mundo jurídico brasileiro. [10]

Sim, a figura do “escravo” foi juridicamente extinta, mas existiu. Não é possível adotar uma postura afetada e deliberadamente obliterar parte da História, reescrever o que de fato ocorreu, substituindo o verdadeiro devir histórico por um ato de vontade, sobrepondo a ideologia aos fatos, o “ser” a um “dever – ser” impositivo e voluntarista.

Seria semelhante afirmar que os menores de 16 anos não foram em nossa época “incapazes” para os atos da vida civil, mas “incapacitados”, já que tal condição lhes era imposta por lei (Código Civil artigo 3º.) ou no linguajar estereotipado que se tem cultivado ultimamente, por “opressão de uma sociedade preconceituosa e capacitista” (sic). Acaso num futuro, a capacidade civil se adquira, por exemplo, aos 14 anos, afirmar que os atuais “incapazes” não eram “incapazes”, mas “incapacitados” é uma falsidade histórica e um erro jurídico crasso. Também afirmar que essa era uma condição “fixa” seria falso, já que pode haver casos de emancipação (voluntária, judicial ou legal), isso sem contar o passar do tempo e aquisição da capacidade pela idade. Essas manipulações linguísticas não mudam a realidade em nada, mas embotam o intelecto terrivelmente.  

Sirva este texto para denunciar a manipulação linguística a que todos estamos sendo submetidos, mas com mais intensidade nossos jovens, pois que esse é o primeiro passo para a debilitação intelectual e moral necessária com vistas à imposição vertical da hegemonia cultural, mantendo as pessoas presas em “gaiolas de ideias” das quais muito dificilmente poderão se libertar. Aí sim, fazendo surgir uma multidão atônita e impotente de escravizados intelectuais que, talvez um dia, até mesmo possam ser convertidos em “escravos” sem nem mesmo compreender o que está acontecendo e tudo o que perderam.

REFERÊNCIAS

ARISTÓTELES. A Política. Trad. Nestor Silveira Chaves. 14ª. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.

DAVIS, Robert C. Escravos Cristãos, Senhores Muçulmanos – Escravidão branca no mediterrâneo, na costa da Berbéria e na Itália, de 1500 a 1800. Trad. Leonardo Castilhone. Campinas: Vide Editorial, 2021.

DORNELES, Mauricio da Silva, PEREIRA, Nilton Mullet. Escravo, não. Escravizado! Disponível em https://sul21.com.br/opiniao/2020/03/escravo-nao-escravizado-por-mauricio-da-silva-dorneles-e-nilton-mullet-pereira/ , acesso em 19.05.2023.

GURGEL, Rodrigo. O Mínimo Sobre Literatura. Campinas: O Mínimo, 2023.

LAMBERT, Jean – Marie. História da África Negra. Goiânia: Kelps, 2001.

MIRABETE, Julio Fabbrini, FABBRINI, Renato N. Manual de Direito Penal. Volume II. 31ª. ed. São Paulo: Atlas, 2014.

MONEDERO, Juan Carlos. Lenguaje, Ideología y Poder – La palabra como arma de persuasión ideológica: cultura y legislación. 2ª. ed. Bella Vista: Ediciones Castilla, 2016.

MURDOCH, Iris. Existentialists and Mystics – Writings on Philosophy and Literature. New York: Penguin Books, 1999.

N’DIAYE, TIDIANE. O Genocídio Ocultado – Investigação histórica sobre o Tráfico Negreiro Árabo – Muçulmano. 3ª. ed. Lisboa: Gradiva, 2020.

PEREIRA, Cícero Rufino. O “Velho” Trabalho Escravo e as Perspectivas do Tema a Partir da EC 81/2014. Revista de Direito do Trabalho. Volume 40, n. 159, p. 13 – 38, set./out., 2014.

SCHOPENHAUER, Arthur. A Arte de ter Razão.  Trad. Alexandre Krug e Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 

[1] Cf. DORNELES, Mauricio da Silva, PEREIRA, Nilton Mullet. Escravo, não. Escravizado! Disponível em https://sul21.com.br/opiniao/2020/03/escravo-nao-escravizado-por-mauricio-da-silva-dorneles-e-nilton-mullet-pereira/ , acesso em 19.05.2023.

[2] MONEDERO, Juan Carlos. Lenguaje, Ideología y Poder – La palabra como arma de persuasión ideológica: cultura y legislación. 2ª. ed. Bella Vista: Ediciones Castilla, 2016, p. 18. Tradução livre: “A linguagem continua contaminada e a continuam contaminando ideólogos, pseudo-intelectuais, jornalistas; tanto em artigos de jornais como em programas de televisão, tanto em suplementos culturais como em notas e textos universitários. Portanto, enquanto a doença permanecer, o dever de se opor a ela intelectual e moralmente também permanece”.

[3] DAVIS, Robert C. Escravos Cristãos, Senhores Muçulmanos – Escravidão branca no mediterrâneo, na costa da Berbéria e na Itália, de 1500 a 1800. Trad. Leonardo Castilhone. Campinas: Vide Editorial, 2021, “passim”.

[4] N’DIAYE, TIDIANE. O Genocídio Ocultado – Investigação histórica sobre o Tráfico Negreiro Árabo – Muçulmano. 3ª. ed. Lisboa: Gradiva, 2020, “passim”.

[5] LAMBERT, Jean – Marie. História da África Negra. Goiânia: Kelps, 2001, “passim”.

[6] Cf. SCHOPENHAUER, Arthur. A Arte de ter Razão.  Trad. Alexandre Krug e Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 24. A retórica (no aspecto “erístico”) apresentada por Schopenhauer é explicitada em vários estratagemas. Um deles ficou conhecido como “Técnica do Espantalho”, consistindo em expandir uma ideia alheia, criando um opositor aparentemente potente, quando, na verdade, nada há ou muito pouco a combater. A vitória no debate ou a superação do argumento do opositor é então apresentada como uma grandiosa conquista, quando, na realidade, não passa de uma bravata. Anote-se que não se está aqui também afirmando qualquer “vitória” ou “superação” de ideias, mas tão somente justificando a reação às afirmações em destaque, cabendo a cada leitor fazer seu próprio julgamento quanto aos argumentos apresentados sobre o tema.

[7] ARISTÓTELES. A Política. Trad. Nestor Silveira Chaves. 14ª. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999, p. 15.

[8] GURGEL, Rodrigo. O Mínimo Sobre Literatura. Campinas: O Mínimo, 2023, p. 109 – 110. Para acesso ao original de Murdoch: MURDOCH, Iris. Existentialists and Mystics – Writings on Philosophy and Literature. New York: Penguin Books, 1999.

[9] MIRABETE, Julio Fabbrini, FABBRINI, Renato N. Manual de Direito Penal. Volume II. 31ª. ed. São Paulo: Atlas, 2014, p. 168.

[10] PEREIRA, Cícero Rufino. O “Velho” Trabalho Escravo e as Perspectivas do Tema a Partir da EC 81/2014. Revista de Direito do Trabalho. Volume 40, n. 159, set./out., 2014, p. 13.

Sobre o autor

Imagem do autor Eduardo Luiz Santos Cabette

Eduardo Luiz Santos Cabette

Mestre em Direito Ambiental e Social. Professor de Direito Penal, Processo Penal, Medicina Legal e Legislação Penal e Processual Penal Especial em graduação e pós – graduação, Membro de corpo editorial da Revista CEJ (Brasília),  Membro de corpo editorial da Editora Fabris e Membro de corpo editorial da Justiça & Polícia. Delegado de Polícia Aposentado.

Continue Reading
Advertisement

Relógio

Grupo do Portal Informa Paraíba (Facebook)

Portal Informa Paraíba

Fiquem bem informados em um site que escreve notícias

TWITTER DO PORTAL INFORMA PARAÍBA

www.informaparaiba.com.br

Fiquem bem informados em um site que escreve notícias.

Página do Portal Informa Paraíba (Facebook)

Internacional8 horas ago

Violência na RD Congo tem potencial de expansão além-fronteiras

ESTADO8 horas ago

PBGás conclui 2ª etapa da rede de gás canalizado no Bessa e comemora recorde em ligações de residências e comércios

Judiciário8 horas ago

Sexta Turma mantém ação penal contra jogador acusado na Operação Penalidade Máxima

Judiciário8 horas ago

Quinta Turma nega pedido de Rogério 157 para sair de presídio federal e retornar ao Rio de Janeiro

Educação & Cultura8 horas ago

UFPB e TRT-13 estudam parceria voltada à implementação de soluções sustentáveis

ENTRETENIMENTO8 horas ago

SÉTIMA ARTE: Cinema Aruanda da UFPB ganhará nova tela com projetor digital com apoio da FUNETEC e incentivo da Lei Paulo Gustavo

CONCURSO E EMPREGO8 horas ago

TCE-PB informa que resultado do processo seletivo para estagiários já está disponível no portal do CIEE

ENTRETENIMENTO8 horas ago

Programa Espaço Cultural entrevista escritor português radicado no Sertão da Paraíba

CIDADE8 horas ago

Prefeitura já entregou mais de 80% das guias de IPTU e TCR e contribuinte que antecipa pagamento garante descontos

Segurança Pública8 horas ago

Projeto prevê pena de até 8 anos de prisão para furto praticado à noite

Esporte8 horas ago

Projeto retoma distinção entre esporte profissional e amador na Lei Geral do Esporte

Judiciário8 horas ago

Dino toma posse como ministro do STF e sela passagem pelos Três Poderes em um ano

Nacional8 horas ago

Zambelli é intimada dentro do plenário da Câmara sobre caso da arma em SP

Nacional9 horas ago

Pacheco retorna do recesso com a intenção de se distanciar de Lula.

ESTADO9 horas ago

Detran-PB promove novo leilão com mais de 700 veículos

CIDADE9 horas ago

Famup conclama prefeitos e prefeitas a votarem na chapa ‘CNM com Renovação’ 

ENTRETENIMENTO9 horas ago

Música no Centro apresenta Quarteto de Trombone JP-Bone, Izadora França e Lucas Bojikian

CIDADE9 horas ago

Iniciativa Municipal promove “Dignidade Menstrual” e distribui absorventes

Politíca9 horas ago

Murilo Galdino consegue assinaturas para votar urgência de PL que amplia carros-pipa para zona urbana

Nacional10 horas ago

O exército se prepara para a já combinada prisão de Bolsonaro

Politíca11 horas ago

Deputada Jane Panta – ALPB aprova Marcha em Defesa da Mulher na Paraíba.

Politíca12 horas ago

Veneziano vê preocupação com dados que apontam a Paraíba com 8ª maior taxa de desempregados e menor crescimento econômico do país

Politíca12 horas ago

Deputados derrubam veto a projeto de Camila e Paraíba terá ‘Programa Amamentação sem Dor’

Politíca12 horas ago

Assembleia aprova PL de Júnior Araújo que cria Dia Estadual de Conscientização em Favor da Atenção à Psicologia Infantil

Politíca12 horas ago

CCJ aprova projeto que proíbe cobrança de débito de terceiros para instalação de serviços básicos

Politíca12 horas ago

Tovar é nomeado vice-presidente da Comissão de Infraestrutura, Minas e Energia da Unale

Politíca12 horas ago

Câmara aprova urgência de Ruy para combater interferência política e fura-fila na saúde

ESTADO12 horas ago

Pollyanna Dutra se reúne com Paulo Câmara para discutir projetos sociais para a Paraíba

ESTADO18 horas ago

Consumidor de energia elétrica: você conhece seus direitos e deveres?

Saúde18 horas ago

O que é a Síndrome da Cabana?

Internacional7 meses ago

Cidade alemã passa a distribuir gratuitamente filtro solar

Internacional8 meses ago

IMPRESSIONANTE – GOVERNO CANADENSE ADMITE: “Os não vacinados estavam certos sobre as vacinas de mRNA”

Segurança Pública11 meses ago

IMAGEM FORTÍSSIMA: Vídeo mostra momento em que aluno mata professora a facadas

Judiciário9 meses ago

Escravizados

ENTRETENIMENTO8 meses ago

Exorcista: filme “Nefarious” é “o melhor já produzido” sobre possessão demoníaca

ENTRETENIMENTO7 meses ago

JIBÓIA

CIÊNCIA & TECNOLOGIA11 meses ago

DarkWeb, DeepWeb e DarkNet: qual a diferença?

CIÊNCIA & TECNOLOGIA11 meses ago

Como ver os Stories anonimamente no Instagram

Nacional7 meses ago

CNS reconhece religiões afro como complementares ao SUS

Segurança Pública11 meses ago

Adulteração de chassi de reboques está mais próximo de se tornar crime

Nacional10 meses ago

Advogado de Adélio Bispo recebeu R$ 315 mil do PCC, segundo inquérito da PF

Nacional12 meses ago

Parlamento português veta discurso de Lula em sessão solene da Revolução dos Cravos

ENTRETENIMENTO5 meses ago

Conheça Rocco, um cão mistura de rottweiler com husky siberiano: ‘Parece o Batman’

CIÊNCIA & TECNOLOGIA11 meses ago

Novo botão ágil do YouTube Music baixa até 200 músicas de uma vez

CIÊNCIA & TECNOLOGIA12 meses ago

Como recuperar mensagens apagadas do Instagram

CIDADE10 meses ago

Sapé: ex-candidato a prefeito Luizinho, vice e coligação são condenados a pagar R$ 300 mil por infringir norma eleitoral e sanitária

Nacional9 meses ago

Bomba: Alexandre de Moraes monitorava todos os passos de funcionários do gabinete de Bolsonaro e da primeira-dama desde 2021, diz Folha

CONCURSO E EMPREGO12 meses ago

João Pessoa abre vagas para cuidador voluntário com bolsa de R$ 700

ENTRETENIMENTO12 meses ago

Patrulha Canina ganha adaptação para o Teatro Pedra do Reino neste domingo(05)

Nacional10 meses ago

Exclusivo: imagens mostram baixo contingente de segurança no Planalto e atuação do GSI no 8 de janeiro

AGRICULTURA & PECUÁRIA1 mês ago

Com produtor revisando tamanho da safra, 2024 inicia cercado de incertezas para a soja

Judiciário6 meses ago

Informativo destaca não exigência de provas para fixação de indenização mínima por danos morais

Nacional9 meses ago

Lira manda novo recado ao governo Lula: “grande resistência entre os parlamentares”

AGRICULTURA & PECUÁRIA12 meses ago

Conheça as “Rainhas dos Rebanhos”: as Ovelhas Ladoum de Valor Inestimável

Judiciário5 meses ago

Entender Direito: especialistas discutem os embargos de divergência

ENTRETENIMENTO11 meses ago

COMO ELIMINAR COCHONILHA DE RAIZ DE PLANTAS EM VASO

ECONOMIA12 meses ago

Petrobras tem lucro recorde de R$188,3 bi em 2022 com alta do petróleo

CONCURSO E EMPREGO2 meses ago

Carreiras em Extinção? Veja Quais Podem Sumir

Internacional2 meses ago

Fome já é generalizada em Gaza, alerta ONU

Internacional1 mês ago

Secretário-geral da ONU condena atos criminosos no Equador

Saúde1 dia ago

DENGUE: PREOCUPAÇÃO EM ÁREAS RURAIS CRESCE COM DISPARADA DE CASOS

ECONOMIA1 dia ago

AUMENTO DE ARRECADAÇÃO E AJUDA PARA META FISCAL DO PAÍS

ECONOMIA1 dia ago

GOVERNO AVALIA LIBERAR UMA NOVA FORMA DE USO DO FGTS

Saúde3 dias ago

NOMOFOBIA: DEPENDÊNCIA DO USO DO CELULAR JÁ ATINGE IDOSOS

Saúde3 dias ago

DENGUE: INFECTOLOGISTA TIRA DÚVIDAS SOBRE VACINA, REPELENTES E SINTOMAS

Judiciário3 dias ago

CHEGOU A HORA DE COMBATER OS ULTRAPROCESSADOS NO BRASIL

CIÊNCIA & TECNOLOGIA3 dias ago

ENTRA EM VIGOR A LEI EUROPEIA QUE REGULAMENTA TODAS AS PLATAFORMAS DIGITAIS

ENTRETENIMENTO3 dias ago

PIERNIKI DOMOVE – A BOLACHA DE MEL POLONESA

ENTRETENIMENTO3 dias ago

PROJETO DE RESGATE À ARARAJUBA

ENTRETENIMENTO3 dias ago

CONHECI O CAVALO DE LAMPIÃO: A VERDADEIRA HISTÓRIA DO CAVALO NORDESTINO

ENTRETENIMENTO6 dias ago

AS MÚSICAS QUE CONTAM A HISTÓRIA DE BERLIM

Saúde6 dias ago

OS REMÉDIOS QUE NÃO SÃO INDICADOS PARA DENGUE

Educação & Cultura6 dias ago

QUATRO ASPECTOS FASCINANTES DA VIDA DE PITÁGORAS (ALÉM DA MATEMÁTICA)

AGRICULTURA & PECUÁRIA6 dias ago

EMBRAPA DESENVOLVE PESQUISA PARA COMBATE AO MOSQUITO DA DENGUE

Nacional6 dias ago

O IMENSO DESERTO QUE ESTÁ NASCENDO NO BRASIL

Saúde6 dias ago

Quer saber mais sobre vacinas obrigatórias? Confira este vídeo!

CIÊNCIA & TECNOLOGIA2 semanas ago

BENEFÍCIOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO AGRO

Saúde2 semanas ago

DENGUE: COMBATER O MOSQUITO É ESSENCIAL; VEJA DICAS

Judiciário2 semanas ago

STF JULGA APLICAÇÃO DO CONCEITO DE ‘IDENTIDADE ECOLÓGICA’ E PREOCUPA ECOLOGISTAS

CIÊNCIA & TECNOLOGIA2 semanas ago

INCLUSÃO DO BIOGÁS NA MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA

Educação & Cultura2 semanas ago

COMO SE FORMA UM ‘PEQUENO GÊNIO’?

ECONOMIA2 semanas ago

99% DOS CONSUMIDORES SÃO OBRIGADOS A COMPRAR ENERGIA DE DISTRIBUIDORA ESPECÍFICA

CONCURSO E EMPREGO2 semanas ago

ALEMANHA BUSCA MÃO DE OBRA ESTRANGEIRA

Saúde2 semanas ago

VARIANTES DA DENGUE AGRAVAM CONTÁGIO

AGRICULTURA & PECUÁRIA2 semanas ago

O QUE É DOMO DE CALOR? COMO O FENÔMENO NA ARGENTINA VAI AFETAR O CLIMA DO BRASIL

ENTRETENIMENTO2 semanas ago

CRIAÇÃO DE ANIMAIS SILVESTRES E EXÓTICOS PARA VENDA?

Internacional2 semanas ago

O QUE FAZ DO PASSAPORTE BRASILEIRO UM DOS MAIS FORTES DO MUNDO?

CONCURSO E EMPREGO2 semanas ago

EMPRESAS AO REDOR DO MUNDO ESTÃO EXIGINDO O FIM DO HOME OFFICE

Saúde2 semanas ago

POR QUE DIPIRONA É VENDIDA NO BRASIL, MAS PROIBIDA NOS EUA E EM PARTE DA EUROPA?

CIÊNCIA & TECNOLOGIA2 semanas ago

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Advertisement
Advertisement

Vejam também