Connect with us

Internacional

‘Tem 150 pessoas enterradas aqui, e conhecia quase todas. Só eu sobrei’: o inferno da guerra esquecida no Sudão

A maioria dos veículos que circulam pelas ruas de Omdurman são militares

Pessoas apanhadas em meio à guerra civil do Sudão relataram à BBC casos de estupro, violência étnica e execuções nas ruas. Nossos jornalistas conseguiram chegar à linha da frente dos combates perto da capital, Cartum.

Um alto funcionário da Organização das Nações Unidas (ONU) descreveu o conflito como uma “guerra oculta” que mergulhou o país em um “dos piores pesadelos humanitários da história recente”, enquanto outros alertam que pode desencadear a maior crise de fome no mundo.

Há também receios de que em Darfur, no oeste do país, possa estar começando a acontecer uma repetição daquilo que os EUA chamaram de genocídio há 20 anos.

AVISO: este artigo contém relatos de violência física e sexual.

Do nada, uma enorme explosão sacode a estrada em Omdurman. As pessoas berram e correm em todas as direções, gritando: “Voltem, voltem, vai ter outra”. Uma fumaça espessa cobre tudo.

Momentos antes, a rua arrasada estava repleta de pedestres que compravam arroz, pão e legumes nos mercados, que só recentemente começaram a reabrir.

Em meados de fevereiro, o Exército sudanês retomou a cidade — uma das três ao longo do Rio Nilo que compõem a região metropolitana da capital do Sudão, Cartum.

Os civis já começaram a regressar, mas morteiros, como o lançado no meio desta rua principal, ainda caem diariamente.

Para os meios de comunicação internacionais, tem sido difícil obter acesso para cobrir a guerra civil que eclodiu em abril do ano passado — mas a BBC conseguiu chegar à linha da frente. Encontramos o outrora movimentado centro de Omdurman transformado em um terreno baldio escassamente povoado.

Mukhtar al-Badri Mohieddin
Legenda da foto,‘Só eu sobrei’, diz Mukhtar al-Badri Mohieddin, listando amigos e conhecidos que agora estão enterrados em sepulturas improvisadas

O violento embate pelo poder entre os militares do país e seu antigo aliado, o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês), matou pelo menos 14 mil pessoas em todo o país — possivelmente muito mais.

Há quase um ano, o Exército e as RSF lutam por Cartum e pelas cidades vizinhas.

As RSF assumiram o controle de áreas ao sul da capital, assim como de grandes partes de Darfur, que vive há anos em turbulência devido à violência entre suas várias comunidades africanas e árabes.

Mulheres que fugiram de Darfur para o Chade, país vizinho, contaram à BBC terem sido estupradas — às vezes, diversas vezes — por milicianos. Os homens nos acampamentos disseram que tinham escapado de execuções e raptos nas ruas.

Incorporada à linha de frente de combate junto ao Exército em Omdurman, a equipe da BBC teve seus movimentos cuidadosamente controlados — havia uma espécie de guarda-costas com a gente, e não tínhamos autorização para filmar atividades militares.

O Exército teme que informações sobre suas atividades sejam vazadas.

Quando nosso cinegrafista começa a filmar as consequências da explosão do morteiro, homens armados em trajes civis o cercam — um deles aponta uma arma para a cabeça dele.

Acabou que eles eram integrantes do serviço de inteligência militar, mas é um sinal de quão alta a tensão está.

Mapa de Omdurman e Cartum

Apesar da recente conquista do Exército em Omdurman, ainda ouvimos trocas de tiros na região de vez em quando.

Parte da linha de frente está agora ao longo do Nilo, que separa Cartum, no lado leste, de Omdurman, que fica a oeste do rio.

Os militares dizem para a gente que atiradores das RSF estão posicionados em blocos de apartamentos do outro lado do rio, em relação ao Exército sudanês, posicionado no prédio do Parlamento, seriamente danificado.

O antigo mercado de Omdurman, outrora movimentado com visitantes e moradores locais , está em ruínas — e suas lojas foram saqueadas. A maioria dos veículos nas estradas são militares.

Mais de três milhões de pessoas fugiram do estado de Cartum nos últimos 11 meses, mas alguns moradores de Omdurman se recusaram a sair. A maioria que encontramos são idosos.

Sepulturas improvisadas em Omdurman
Legenda da foto,Pedras e tábuas com números marcam os locais de sepultamento em um terreno perto de uma mesquita em Omdurman

A menos de um quilômetro da linha da frente, Mukhtar al-Badri Mohieddin caminha com um cajado perto de uma mesquita com a torre danificada.

A área aberta do lado oposto está coberta por sepulturas improvisadas — montes de terra marcados com pedaços de tijolos quebrados, tábuas e placas de concreto.

“Há 150 pessoas aqui. Conhecia muitas delas, Mohamed, Abdullah… Jalal”, diz ele, fazendo uma longa pausa diante de um nome, Youssef al-Habr, um conhecido professor de literatura árabe.

“Só eu sobrei”, acrescenta.

Os militares sudaneses têm sido criticados pelo uso intensivo de bombardeios aéreos, incluindo em áreas civis onde os combatentes das RSF se escondem — embora afirmem que tomam as “precauções necessárias” para proteger os civis.

As pessoas aqui responsabilizam ambos os lados pela destruição dentro e ao redor da capital.

Mas muitas acusam as RSF de saques e ataques durante o período em que controlavam a área.

“Eles retiraram pertences das casas, roubaram carros, aparelhos de TV, espancaram pessoas idosas, até mesmo mulheres”, conta o morador Muhammad Abdel Muttalib.

“As pessoas morreram de fome, tirei algumas de suas casas para que os corpos não apodrecessem lá dentro”, acrescenta.

Ele diz que é “de conhecimento geral” que mulheres foram estupradas em suas casas — e apalpadas durante verificações de segurança.

Afaf Muhammad Salem
Legenda da foto,Afaf Muhammad Salem diz que combatentes das RSF saquearam sua casa e atiraram na perna do seu irmão

Afaf Muhammad Salem, com quase 60 anos, vivia com os irmãos em Cartum quando a guerra começou.

Ela diz que se mudou para Omdurman, do outro lado do rio, depois de terem sido atacados por combatentes das RSF, que, segundo ela, saquearam sua casa e atiraram na perna do seu irmão.

“Eles estavam espancando mulheres e idosos, e ameaçavam meninas inocentes”, relata.

Em uma referência velada à violência sexual, que é um tema considerado tabu no Sudão, ela acrescenta:

“Insultar a honra causa mais danos do que levar dinheiro”.

‘Uma arma de vingança’

As vítimas de estupro podem enfrentar uma vida inteira de estigma e marginalização por parte das suas próprias famílias e comunidades. Muitas gente em Omdurman não qui discutir o assunto.

Silhueta de Amina
Legenda da foto,Amina espera desesperadamente que sua família nunca saiba que ela pediu para fazer um aborto

Mas a mais de 1.000 quilômetros a oeste, nos extensos campos de refugiados ao longo da fronteira com o Chade, o volume de relatos de violência sexual que estão surgindo, está forçando um novo e sombrio nível de abertura.

Amina, cujo nome alteramos para proteger sua identidade, foi até uma clínica temporária administrada pela organização Médicos Sem Fronteiras, em busca de um aborto. Ela nos cumprimenta sem olhar para cima.

A jovem de 19 anos, que fugiu de Darfur, no Sudão, só descobriu que estava grávida um dia antes. Ela espera desesperadamente que sua família nunca descubra.

“Não sou casada e era virgem”, diz Amina, hesitante.

Em novembro, milicianos pegaram ela, com a tia e os primos, enquanto fugiam da sua cidade natal, Ardamata, para a cidade vizinha de Geneina.

“Os outros escaparam, mas eles ficaram comigo por um dia inteiro. Eram dois, e um deles me estuprou várias vezes antes de eu conseguir escapar”, diz ela.

O domínio crescente das RSF em Darfur, apoiado pelas milícias árabes aliadas, trouxe consigo um aumento de ataques de origem étnica contra a população negra africana, especialmente o grupo étnico Masalit.

Mapa mostrando as localizações de Cartum, Omdurman, Porto Sudão e Ardamata e Geneina, em Darfur, assim como áreas de controle do exército sudanês e das RSF.

A história de Amina é apenas um dos muitos relatos de ataques contra civis ocorridos por volta de 4 de novembro, quando as RSF e seus aliados tomaram uma base militar sudanesa em Ardamata.

De acordo com um relatório recente da ONU, ao qual a BBC teve acesso, acredita-se que mais de 10 mil pessoas tenham sido mortas na região desde abril.

A ONU documentou cerca de 120 vítimas de violência sexual relacionada com o conflito em todo o país, o que considera ser “uma vasta sub-representação da realidade”.

O relatório afirma que homens uniformizados das RSF e homens armados afiliados ao grupo foram denunciados como responsáveis por mais de 80% dos ataques. Separadamente, também houve alguns relatos de agressões sexuais por parte dos militares sudaneses.

Campo de refugiados em Adre, no Chade
Legenda da foto,Centenas de milhares de pessoas fugiram do Sudão para o Chade

Do lado de fora do mesmo acampamento, que fica na cidade de Adré, na fronteira, cerca de 30 mulheres e meninas se reúnem em uma cabana ao meio-dia.

Balões rosa e azuis estão pendurados no teto, junto a cartazes feitos à mão. “O estupro não é destino; é uma prática que pode ser interrompida”, lê-se.

As lágrimas escorrem livremente enquanto as mulheres falam das suas experiências de violência física e sexual.

Maryamu (nome fictício) contou que foi estuprada em novembro dentro de sua casa, em Geneina, por homens armados que usavam uma espécie de turbante na cabeça, típicos dos combatentes árabes na região.

Depois disso, ela teve dificuldade para andar, contou ela soluçando, enquanto descrevia o processo de fuga:

“As pessoas estavam correndo, mas a gente não podia, porque minha avó não consegue correr. Eu também estava sangrando.”

Mulheres chorando
Legenda da foto,Mulheres choraram no encontro, à medida que experiências de violência física e sexual eram compartilhadas

Zahra Khamis, uma assistente social que também é refugiada, dirige o grupo.

Tanto Amina quanto Maryamu são de comunidades negras africanas — que, segundo Khamis, estão sendo alvo de ataques em Darfur, especialmente o grupo étnico Masalit.

Durante a guerra em Darfur, há 20 anos, uma milícia árabe chamada Janjaweed — na qual as RSF têm suas raízes — foi mobilizada pelo antigo presidente Omar al-Bashir para esmagar uma rebelião de grupos étnicos não-árabes.

A ONU afirma que 300 mil pessoas foram mortas, e o estupro foi amplamente utilizado como forma de aterrorizar as comunidades negras africanas e forçá-las a fugir. Alguns líderes da Janjaweed e Bashir foram indiciados pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) sob a acusação de genocídio e crimes contra a humanidade. Eles negaram as acusações — e ninguém foi condenado.

Khamis acredita que o estupro está sendo usado neste conflito “como arma de vingança”.

Cartaz em árabe e inglês dizendo 'estupro não é destino, é uma prática que pode ser interrompida'
Legenda da foto,Balões e cartazes decoram a cabana onde as mulheres compartilham suas experiências

“Eles estão fazendo isso com as mulheres porque o estupro causa impacto na sociedade e na família”, acrescenta.

Em um raro vislumbre sobre as atitudes que levam à violência contra as mulheres, um membro das RSF que se descreve como um “comandante de campo” publicou um vídeo nas redes sociais em novembro.

“Se estuprarmos sua filha ou sua garota, é olho por olho. Este é o nosso país, e este é o nosso direito, e nós fazemos valer”, diz ele no vídeo, que agora foi excluído.

Em resposta às perguntas da BBC sobre os casos de estupro e outros ataques, as RSF dizem que a inteligência militar sudanesa estava “recrutando pessoas para usarem roupas das RSF e cometerem crimes contra civis, para que se possa dizer que as RSF estão cometendo crimes, abuso sexual e limpeza étnica”.

“Talvez um ou dois incidentes tenham sido cometidos por combatentes das RSF, e eles foram responsabilizados”, declarou Omran Abdullah Hassan, da assessoria do líder das RSF, à BBC.

No ano passado, as RSF disseram que iriam abrir um processo para investigar supostas violações de direitos humanos cometidas por suas forças, mas a ONU afirma que não foram fornecidos detalhes.

‘Se você é Masalit, eles te matam’

Em outro abrigo no mesmo acampamento, as mãos de Ahmat tremem enquanto ele assiste a um vídeo no celular, que foi verificado pela BBC, mostrando cinco homens desarmados enfileirados em uma rua de Ardamata, em novembro.

“Vou acabar com eles”, grita uma voz em árabe sudanês, antes de os homens serem alvejados por disparos de um rifle de assalto à queima-roupa.

“Este é o Amir, e este é o Abbas…”, diz Ahmat, com uma lágrima escorrendo pelo rosto.

 Imagem mostrando grupo de homens enfileirado em uma rua
Legenda da foto,O vídeo postado nas redes sociais mostra os homens enfileirados em uma rua

Esta é a primeira vez que o homem de 30 anos, cujo nome mudamos, vê o vídeo do momento em que foi baleado. O mesmo foi filmado, aparentemente por um dos homens armados, no dia 5 de novembro — um dia depois de as RSF terem tomado a base militar — e publicado online.

Ahmat conta que seu primo Amir e seu amigo Abbas morreram na hora, mas ele e os outros dois sobreviveram.

Uma grande cicatriz nas costas marca o orifício de saída da bala que atravessou seu ombro. Ele diz que era professor antes da guerra — e que todos os cinco eram civis.

“Deitamos como se estivéssemos mortos”, recorda.

“Me lembro de ter rezado. Achava que era o fim.”

Ahmat conta que foi sequestrado perto de sua casa por membros das RSF e seus aliados. O vídeo mostra homens vestidos no estilo típico dessas forças.

Dois outros homens relaram de forma detalhada à BBC terem sido raptados e feridos por homens armados que acreditam estarem ligados às RSF durante o mesmo período em Ardamata.

Um deles, Yussouf Abdallah, de 55 anos, nos disse que conseguiu escapar depois de ser mantido por homens armados. Ele relatou que viu eles matarem uma mulher e o filho recém-nascido.

Cicatriz no ombro de Ahmat
Legenda da foto,Ahmat mostra a cicatriz do ferimento de saída da bala em seu ombro

“Eles perguntaram se somos da comunidade Masalit e, se você for, eles matam você automaticamente”, acrescentou.

O Sudão entrou num novo período de instabilidade em 2019, quando protestos de rua e um golpe militar puseram fim ao governo de quase três décadas de Bashir.

Foi estabelecido então um governo civil-militar conjunto, que foi derrubado por outro golpe do Exército e das RSF em outubro de 2021.

Mas os dois aliados discordaram sobre a proposta de mudança para um regime civil — e sobre como as RSF deveriam ser integradas às Forças Armadas convencionais.

Em abril do ano passado, as RSF reposicionaram seus membros por todo o país. O Exército sudanês viu a movimentação como uma ameaça, e a violência começou, com nenhum dos lados querendo abdicar dos lucrativos dividendos do poder.

‘À beira da fome’

Quase um ano depois, as agências humanitárias alertam para uma situação humanitária que está ficando fora de controle — e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirma que algumas comunidades estão à beira da fome.

Manasek, de três anos, é uma entre centenas de milhares de crianças que já sofrem de desnutrição grave. Ela não tem forças para andar, e mal consegue manter a cabeça erguida.

A mãe, Ikram, nina a filha em um hospital da Unicef em Porto Sudão, uma cidade no Mar Vermelho onde milhares de pessoas que fugiram dos combates em Cartum procuraram refúgio — e para onde a maioria das instituições governamentais e organizações humanitárias também se mudaram.

Ela não sabe se Manasek tem uma doença subjacente — e não pode pagar por exames médicos para descobrir.

Ikram com a filha, Manasek, no colo
Legenda da foto,Manasek, de três anos, sofre de desnutrição grave — sua mãe, Ikram, diz que os preços dos alimentos dispararam

“Perdemos as nossas vidas, perdemos os nossos empregos”, diz ela, explicando que o marido foi para o norte do Sudão em busca de trabalho agrícola, e como os preços dos alimentos dispararam, ficaram inacessíveis. Ela abaixa a cabeça, enxugando as lágrimas, incapaz de dizer mais nada.

Visitamos uma escola em Porto Sudão. As salas de aula onde os alunos outrora estudavam, estão agora lotadas de famílias desesperadas.

Um córrego de esgoto passa pela lateral do pátio, onde crianças brincam descalças perto de pilhas de lixo. Nos disseram que cinco pessoas morreram de cólera aqui.

Zubaida Ammar Muhammad, mãe de oito filhos, tosse ao nos contar que tem leucemia — e sente dores desde abril, quando seus remédios acabaram. Ela não foi capaz de conseguir mais quando a guerra eclodiu, e a família fugiu da região de Cartum.

O marido dela se voluntariou para lutar com os militares sudaneses, e ela não tem notícias dele há dois meses. A mãe dela, a avó e os três filhos que ficam com elas não podem fazer praticamente nada, a não ser ver a sua saúde se deteriorar.

Zubaida sentada com a avó e uma das filhas
Legenda da foto,Zubaida (ao centro) tem leucemia e está abrigada em uma escola com a avó (à esquerda), a mãe e três dos oito filhos

Em Porto Sudão, também encontramos um grupo de cristãos coptas que fugiram da capital, para escapar das ameaças e ataques das RSF, e dos bombardeios aéreos militares.

“A força aérea de Cartum nos destruiu”, diz Sarah Elias, que faz parte do grupo.

Ela conta que um ataque aéreo matou seu marido, e outro atingiu a casa de um vizinho, matando nove pessoas, enquanto os militares tinham como alvo combatentes das RSF escondidos em áreas residenciais e igrejas.

Os EUA afirmam que ambos os lados cometeram crimes de guerra, e que as RSF e suas milícias aliadas também cometeram crimes contra a humanidade e limpeza étnica.

Ambos os lados negam as acusações.

Em onze meses de guerra, há poucos sinais de que haja qualquer vontade de ambos os lados de pôr fim ao conflito.

A maioria das pessoas que podiam, fugiram do país. E, à medida que o conflito, a fome e as doenças avançam, muita gente aqui se pergunta o que vai restar para alguém declarar vitória.

Continue Reading
Advertisement

Relógio

Grupo do Portal Informa Paraíba (Facebook)

Portal Informa Paraíba

Fiquem bem informados em um site que escreve notícias

TWITTER DO PORTAL INFORMA PARAÍBA

www.informaparaiba.com.br

Fiquem bem informados em um site que escreve notícias.

Página do Portal Informa Paraíba (Facebook)

Internacional13 horas ago

Quais são os sistemas de defesa aérea de Israel

Internacional13 horas ago

Por que alguns países árabes ajudaram Israel a repelir o Irã

Internacional13 horas ago

Escalada no Oriente Médio alarma liderança mundial

Internacional13 horas ago

Angola aposta em pequenas empresas para transformação da economia

Internacional13 horas ago

No Conselho de Segurança, Guterres fala de hora de “recuar do abismo” após ataque de Irã a Israel

Internacional13 horas ago

ONU apreensiva com “perigo muito real de escalada” após ataque iraniano a Israel

CONCURSO E EMPREGO13 horas ago

Sine-JP inicia a semana disponibilizando 239 vagas de trabalho em diversas áreas

Nacional14 horas ago

Janja afirma ser articuladora no governo e ter autonomia de Lula

ECONOMIA16 horas ago

Aumento dos Preços dos Alimentos no Brasil: Cerveja, Pão de Alho e Vinagrete entre os Vilões

Judiciário1 dia ago

OAB sobe tom contra Moraes e busca Câmara em meio à disputa entre Poderes

Nacional1 dia ago

Lira diz que governo Lula planta mentiras e Padilha é incompetente

Nacional1 dia ago

Governo Lula adota postura diplomática ambígua após ataque do Irã a Israel

Esporte1 dia ago

Nos pênaltis, Sousa vence Botafogo-PB e é campeão Paraibano de 2024

Esporte1 dia ago

Carol Meligeni perde para Siegemund, e Brasil cai para Alemanha mais uma vez na BJK Cup

Esporte1 dia ago

Fla encara Halcones por vaga na final da Champions League de basquete

Esporte1 dia ago

Popó confirma luta contra Vitor Belfort e anuncia quando será o combate

Esporte1 dia ago

Doornbos aconselha Verstappen: “Vá para a Mercedes, a Ford não será a melhor opção

Educação & Cultura1 dia ago

Atlas do IBGE com Brasil no centro vira polêmica: como surgiu o marco zero dos mapas?

Segurança Pública1 dia ago

É falsa informação de que STF extinguiu hora extra aos policiais civis

Judiciário1 dia ago

ADI 6.655: futuro dos cargos comissionados e veredito do STF para tribunais de contas

Judiciário1 dia ago

Último ano de mandato e o aumento na despesa com pessoal

Educação & Cultura1 dia ago

Usufruído ou não, recreio deve ser computado na jornada de professora

Judiciário1 dia ago

Reforma do Código Civil prevê divórcio unilateral direto no cartório

ESTADO1 dia ago

Mais de 68,7 mil doses aplicadas no “Dia D contra a Influenza e Multivacinação” 

CIDADE1 dia ago

Mais de 5,8 mil pessoas foram imunizadas durante o ‘Dia D’ de vacinação na Capital

ESTADO1 dia ago

Governo da Paraíba facilita acesso de pescadores ao Cadastro Nacional da Agricultura Familiar

ESTADO1 dia ago

Programa Opera Paraíba realiza primeira cirurgia de artroplastia total de quadril no Hospital Regional de Picuí

Judiciário1 dia ago

Aborto: a vida começa na concepção – recente resolução do Conselho Federal de Medicina

CIDADE1 dia ago

CPICS Equilíbrio do Ser oferece meditação para gerenciamento do estresse e da ansiedade 

CIDADE1 dia ago

Clube de Vantagens do IPM-JP concede aos aposentados descontos em rede conveniada

Internacional9 meses ago

Cidade alemã passa a distribuir gratuitamente filtro solar

Internacional10 meses ago

IMPRESSIONANTE – GOVERNO CANADENSE ADMITE: “Os não vacinados estavam certos sobre as vacinas de mRNA”

Judiciário11 meses ago

Escravizados

ENTRETENIMENTO9 meses ago

JIBÓIA

ENTRETENIMENTO10 meses ago

Exorcista: filme “Nefarious” é “o melhor já produzido” sobre possessão demoníaca

Nacional8 meses ago

CNS reconhece religiões afro como complementares ao SUS

ENTRETENIMENTO7 meses ago

Conheça Rocco, um cão mistura de rottweiler com husky siberiano: ‘Parece o Batman’

AGRICULTURA & PECUÁRIA3 meses ago

Com produtor revisando tamanho da safra, 2024 inicia cercado de incertezas para a soja

Nacional12 meses ago

Advogado de Adélio Bispo recebeu R$ 315 mil do PCC, segundo inquérito da PF

Internacional3 meses ago

Secretário-geral da ONU condena atos criminosos no Equador

CONCURSO E EMPREGO3 meses ago

Carreiras em Extinção? Veja Quais Podem Sumir

CIDADE11 meses ago

Sapé: ex-candidato a prefeito Luizinho, vice e coligação são condenados a pagar R$ 300 mil por infringir norma eleitoral e sanitária

Nacional11 meses ago

Bomba: Alexandre de Moraes monitorava todos os passos de funcionários do gabinete de Bolsonaro e da primeira-dama desde 2021, diz Folha

Internacional3 meses ago

Fome já é generalizada em Gaza, alerta ONU

ECONOMIA3 meses ago

Calendário do Bolsa Família 2024: saiba quando você vai receber

Nacional12 meses ago

Exclusivo: imagens mostram baixo contingente de segurança no Planalto e atuação do GSI no 8 de janeiro

AGRICULTURA & PECUÁRIA3 meses ago

Número de IGs cresceu 60% em quatro anos no Brasil

CIDADE3 meses ago

Polêmica em Princesa Isabel: Vereadores aprovam aumento salarial próprio e do Executivo

Judiciário7 meses ago

Informativo destaca não exigência de provas para fixação de indenização mínima por danos morais

Nacional11 meses ago

Lira manda novo recado ao governo Lula: “grande resistência entre os parlamentares”

Judiciário6 meses ago

Entender Direito: especialistas discutem os embargos de divergência

Saúde3 meses ago

OS PRINCIPAIS LEGUMES E VERDURAS QUE AJUDAM A PREVENIR DOENÇAS CRÔNICAS

Internacional3 meses ago

Israel quer controlar e fechar fronteira entre Gaza e Egito

ENTRETENIMENTO3 meses ago

HORTÊNSIAS

Educação & Cultura3 meses ago

Campina Grande entra na disputa e poderá ser escolhida para receber nova Escola de Sargentos do Exército após impasse em Pernambuco

Segurança Pública11 meses ago

Conheça as 6 piores prisões do mundo

Nacional10 meses ago

Relator lê parecer sobre indicação de Cristiano Zanin ao STF; sabatina está marcada para 21 de junho

Internacional3 meses ago

“Perdas, dor e angústia” após ataques aéreos marcam o início do ano na Ucrânia

Educação & Cultura10 meses ago

Novo ensino médio precisa levar em conta realidade de alunos e municípios, aponta debate

Nacional11 meses ago

Repórter da TV Globo é agredida por segurança de Maduro após questionamento

Segurança Pública1 dia ago

COMO ANALISAR E EVITAR GOLPES DO PIX

Saúde1 dia ago

UMA SEGUNDA INFECÇÃO POR DENGUE PODE SER PIOR DO QUE A PRIMEIRA?

ECONOMIA1 dia ago

IMPOSTO DE RENDA: RECEITA FEDERAL AUMENTA LIMITE DE ISENÇÃO DE IMÓVEIS

Internacional4 dias ago

O PIOR LUGAR DO MUNDO PARA SER MULHER?

Saúde4 dias ago

CIÊNCIA PODE ESTAR PERTO DE DESCOBRIR ORIGEM DE TRANSTORNOS ALIMENTARES

Saúde4 dias ago

POR QUE O BRASIL TEM RECORDE DE CASOS DE DENGUE?

Nacional4 dias ago

SOTAQUE CARIOCA: POR QUE SE FALA CHIADO NO RJ?

Saúde4 dias ago

O QUE O CAFÉ FAZ REALMENTE COM O SEU CORPO

ENTRETENIMENTO5 dias ago

RECEITA DA COCADA DE MARACUJÁ

Saúde5 dias ago

IBGE APONTA QUE 60% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA ADULTA ESTÁ ACIMA DO PESO

Saúde5 dias ago

OZEMPIC: INJEÇÕES PARA DIABETES AGORA COMO REMÉDIO PARA EMAGRECIMENTO

Internacional5 dias ago

EMPRESA DO REINO UNIDO LANÇA ‘ESCUDO’ QUE DEIXA QUALQUER PESSOA INVISÍVEL

AGRICULTURA & PECUÁRIA5 dias ago

MARÇO DE 2024 FOI O MÊS MAIS QUENTE DA HISTÓRIA

ENTRETENIMENTO6 dias ago

BRASILEIRO CASAM MENOS E FICAM MENOS TEMPO JUNTOS

ENTRETENIMENTO6 dias ago

SEXTO SENTIDO, UM PODER OCULTO?

Saúde6 dias ago

METAIS TÓXICOS EM BEBÊS

Nacional6 dias ago

PREOCUPAÇÃO COM O USO DA IA NAS CAMPANHAS POLÍTICAS VOLTA À TONA

CIÊNCIA & TECNOLOGIA6 dias ago

A CORRIDA PELO CAMINHÃO DO FUTURO

CIÊNCIA & TECNOLOGIA7 dias ago

TV 3.0: COMO SERÁ A TELEVISÃO DO FUTURO NO PAÍS

ENTRETENIMENTO7 dias ago

CRIAÇÃO DE VIEIRAS: A JOIA DO MAR EM CULTIVO SUSTENTÁVEL

Saúde7 dias ago

SINAIS DO PARKINSON PODEM APARECER BEM ANTES DOS TREMORES

Saúde7 dias ago

FEBRE OROPOUCHE: CRESCE CASOS DA DOENÇA COM SINTOMAS PARECIDO COM A DENGUE

AGRICULTURA & PECUÁRIA7 dias ago

PESQUISA DA UFMG TRANSFORMA XIXI EM ADUBO

Saúde1 semana ago

É PRECISO HIGIENIZAR A LATINHA ANTES DE CONSUMIR A BEBIDA?

CIÊNCIA & TECNOLOGIA1 semana ago

ROBÓTICA É PARA TODOS?

Internacional1 semana ago

MERCOSUL QUER FECHAR ACORDOS COMERCIAIS COM OUTROS BLOCOS

ECONOMIA1 semana ago

PARTE DO IMPOSTO DEVIDO PODE SER DOADO

Educação & Cultura1 semana ago

MAIOR MAPA EM 3D DO UNIVERSO PODE REVOLUCIONAR COMPREENSÃO DO COSMOS

ENTRETENIMENTO2 semanas ago

RECEITA DO BOLO DE MILHO VERDE

Nacional2 semanas ago

COMO O BRASIL ESTÁ SE TORNANDO O PAÍS DOS EVANGÉLICOS

Advertisement
Advertisement

Vejam também

Somos o Portal Informa Paraíba, uma empresa de marketing e portal de informações que oferece um noticioso com assuntos diversos. Nosso objetivo é fornecer conteúdo relevante e atualizado para nossos leitores, mantendo-os informados sobre os acontecimentos mais importantes. Nossa equipe é composta por profissionais experientes e apaixonados por comunicação, que trabalham incansavelmente para oferecer um serviço de qualidade. Além disso, estamos sempre em busca de novas formas de melhorar e inovar, para podermos atender às necessidades e expectativas de nossos clientes. Seja bem-vindo ao nosso mundo de informações e descubra tudo o que o Portal Informa Paraíba tem a oferecer. Fiquem bem informados acessando o Portal Informa Paraíba: www.informaparaiba.com.br